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Dossier: "Recordação: entre agência e atualização do passado" (Historia da Historiografía. International Journal of Theory and History of Historiography)

La revista Historia da Historiografía. International Journal of Theory and History of Historiography convoca al envío de artículos para su próximo dossier “Recordação: entre agência e atualização do passado”, a cargo de Daniela Losiggio (CONICET, UBA-IIGG/ UNAJ),  Lucila Svampa (CONICET, UBA-IIGG) y Elías J. Palti (CONICET, UNQ/ UBA). El mismo será publicado en septiembre de 2022. Recepción de artículos entre el 1 de julio y el 1 de septiembre de 2021.

Recordação: entre agência e atualização do passado
 
Nos primeiros anos do século XXI, a opinião pública renovou as disputas da filosofia da história e dos chamados estudos da memória. No plano político, uma nova versão do neoliberalismo -especialmente na América Latina- reformulou suas formas de lidar com os sentidos históricos. Parece haver um convite à deshistoricização do presente, entendida prima facie como um dispositivo de desagenciamento. Mas não daria isso lugar a uma formulação hipócrita dos usos do passado, com suas correspondentes histórias, mitos políticos e façanhas de origem, ou abriria uma perspectiva em que as reivindicações da Verdade já são insustentáveis, por esconder um pano de fundo mítico? Novamente, é a teoria da história que informa essas questões. A tese de que a história não pode ser entendida como um continuum ou como uma história magistra vitae não perdeu sua validade e, no entanto, isso não contradiz a necessidade irrecorrível dos diferentes sentidos históricos para a ação coletiva. A agência aqui é entendida como a capacidade de ação, associada a modos específicos de exercício da subjetividade, cujas características dependem da forma como o sentido histórico é concebido, ou seja, que tipo de matriz se estabelece para vincular -ou não- passado, presente e futuro.
 
Nesse contexto e na busca de uma atualização histórica, a estruturação das dimensões temporais se alia ao social, gerando conflitos teórico-políticos. A intervenção de usos do passado, que contêm experiências e memórias coletivas, faz do nosso passado um campo de batalha. Assim, os modos de construção do conhecimento histórico situam-se no centro da cena, despertando disputas sobre o sentido do passado e as formas de acessá-lo. Por sua vez, as diversas interações entre história e memória, e memória e esquecimento estruturam tanto nosso espaço de experiências quanto nosso horizonte de expectativas, forjando diferentes perspectivas de futuro e modos de narrar o passado. Este dossiê é um apelo à reflexão sobre os conceitos clássicos e revertidos da filosofia da história, como memória, experiência, aceleração, prognóstico e estratos temporais, entre outros, para iluminar o poder contemporâneo, a política e a agência que a história apresenta.
 
Remembrance: between agency and actualization of the past

During early 21st century, public opinion renewed the complaints arising from the philosophy of history and the so-called studies of memory. On the political level, recently, a new version of neoliberalism – especially in Latin America – has reformulated its ways of dealing with historical meanings. There seems to be an invitation to the dehistoricization of the present, which is understood prima facie as a device of de-agency, but would this not give rise to a hypocritical formulation of uses of the past, with their corresponding stories, political myths and feats of origin, or, on the contrary, would it open a perspective in which the claims of Truth are already untenable, for hiding a mythical background? Again, it is the theory of history that informs these questions. The thesis that history cannot be understood as a continuum or as historia magistra vitae has not lost its validity and, however, that does not contradict the unappealable necessity of the different historical meanings for collective action. Agency here is understood as the capacity for action, associated with specific ways of exercising subjectivity, whose characteristics depend on the way in which the historical sense is conceived, that is, what type of matrix is established to link – or not – past, present and future.
In this context and searching for a historical update, the structuring of the temporal dimensions is combined with the social, giving rise to theoretical-political conflicts. The intervention of uses of the past, which have collective experiences and memories, makes our past time a battlefield. Thus, the ways of construction of historical knowledge are in the center of the scene, awakening disputes over the meaning of the past and the ways to access it. In turn, the various interactions between history and memory and memory and forgetting structure both our space of experiences and our horizon of expectations, forging different perspectives for the future and ways of narrating the past. This dossier is a call to reflect again on the classic and reverted concepts of the philosophy of history, such as remembrance, experience, acceleration, prognosis and time strata, among others, in order to illuminate contemporary power, politics, and the agency that history presents. 
 
 
 
 
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